Novas regras da aposentadoria devem fortalecer a previdência privada

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*por Fernanda Machado

FernCom a volta das discussões em torno de uma ampla reforma previdenciária por parte do governo, uma antiga preocupação dos brasileiros volta à tona: garantir padrão de vida à medida que a idade avança e, sobretudo, se a idade mínima para aposentadoria for revista para muitos anos acima do que a tradicional expectativa do trabalhador brasileiro que se aposenta, em média, em torno dos 55 anos. Neste cenário quem volta a se fortalecer como medida de precaução é a previdência privada. Investir em previdência complementar, a chamada de previdência privada, até então, pode ser uma boa opção para quem teme a diminuição da renda ao ingressar com o pedido de aposentadoria por meio da previdência social ou deseja economizar com boa rentabilidade, sem perder seu padrão de vida.
Porém, se a ideia é desacelerar o ritmo de trabalho a despeito de regras futuras para a aposentadoria pelo sistema de previdência social, a previdência privada ganha força entre as pessoas que têm condições de poupar recurso pensamento em renda futura. Ainda que continue a recolher, trabalhando ou como autônomo – para a previdência social, a renda extra garantida pela previdência privada pode ser programada para a idade que melhor convier ao segurado. Desta forma, é possível garantir uma desaceleração no trabalho e mais tranquilidade para o futuro, sem perda brusca de renda.
Estudos de mercado apontam que nos últimos 10 anos, o crescimento anualizado da indústria de previdência complementar aberta chegou a 25%. O ano de 2015, apesar da grave crise econômica que levou a uma queda do PIB brasileiro em 3,85%, as reservas cresceram 22%, o que prova a atenção do brasileiro voltada para o futuro e a preservação da renda. Da mesma forma, no mesmo período, houve aumento de 7% no número de contratação de planos no período de um ano.
Portanto, previdência privada é, cada vez mais, um item presente no orçamento familiar e a garantia mais confiável de acesso à renda complementar, possibilitando ainda, o provisionamento do quanto se deseja receber.
No entanto, investir em previdência privada requer algumas análises técnicas e estratégicas. Temos o cuidado de orientar nossos clientes no fim do ano a realizar aportes em previdência privada , para que paguem menos imposto no ano seguinte. Nosso compromisso é com a consultoria no planejamento familiar, o que impacta positivamente no planejamento financeiro de nosso clientes.

*Fernanda Machado é diretora comercial da Pellegrino & Machado Consultoria em Seguros e Benefícios e especialista em gestão de seguros e planos de saúde e de previdência privada para clientes corporativos e individuais

 

 

 

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